Sites Dreamweaver

No âmbito da disciplina de Meios digitais no corrente ano lectivo iniciei a aprendizagem html. Abordamos o programa Dreamweaver com o qual aprendemos a criar as nossas próprias páginas web – sites.

Assim, deixo-vos hoje aqui três sites que realizei – dois deles propostos para a unidade curricular a cima referida e um como complemento de um trabalho teórico que tive que entregar na unidade curricular de métodos de investigação.

Espero que gostem, e se com os meus ainda poucos conhecimentos vos poder ajudar em alguma questão relacionadas com o programa, disponham!

 

Dossier final html – Meios digitais: http://users.fba.up.pt/~101267081/Dossier101267081/Index.html

“os sentimentos e os animais” – Métodos de investigação: http://users.fba.up.pt/~101267081/sentimentosanimais/Index.html

“voa connosco” – Meios Digitais: http://users.fba.up.pt/~111267037/VoaConnosco/Paginasdosite/

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Regresso

Depois de muito tempo sem postar, cá estou eu, de volta! E para marcar o meu regresso deixo uma inspiração para todos os pequenos artistas que tal como eu se sentem perdidos por vezes.


IMD, imagem digital

Neste projecto pretendo unir duas realidades que me são extremamente importantes, às quais dou imenso valor e que me acompanham, que eu queira quer não, em todos os momentos da minha vida: o meu inconsciente/a minha mente e o meio que me envolve/a minha casa.

Uma vez que considero que estou a passar sem dúvida a pior fase da minha vida a nível psicológico, emocional e intelectual, escolhi esta temática porque caracteriza exactamente o meu estado de espirito actual, marcado por altos e baixos e por grandes constrastes.

O espaço que escolhi foi exactamente a minha casa, no exterior, uma vez que tenho muito espaço e que nesta fase da minha vida é sem dúvida o meu refúgio. Por outro lado, tenho facilidade nos espaços envolventes de conseguir os objectivos que pretendo.

Vou recorrer unicamente a fotografia digital, fotografia esta que poderá sofreu algumas alterações em photoshop, no entanto não pretendo alterar o conteúdo, uma vez que pretendo evidenciar o conceito.

Penso que o resultado obtido está de acordo como o que me propus fazer para este projecto uma vez que é notável nas imagens, recorrendo apenas à luminosidade, ao ligeiro desfoque, aos contrastes e às cores, a barreira entre o certo e o errado, o bom e o mau, o bonito e o feio, o aceitável e o intolerável. Penso que em todas as imagem é perceptível a minha intenção de fazer transparecer os altos e baixos deste meu estado de espírito, as constantes mudanças de humor, o negativo e o positivo da minha situação actual a nível psicológico.

Como já referi a cima, todas as imagens fora tiradas por mim, são da minha autoria, e pertencem ao espaço exterior da minha casa.

Espero que gostem. Deixem-me as vossas opiniões 🙂

Reforço e Recordo que todas as fotografias são da minha autoria.

Tanto estas como muitas outras encontram-se ainda no meu flickr, ao qual podem aceder clicando em uma das cinco miniaturas que se encontram na barra lateral da minha página inicial.


Dário gráfico

Deixo-vos hoje mais um post com trabalhos meus em diário gráfico e o concelho a todos os futuros artistas que desenvolvam desde cedo um diário gráfico. Consiste apenas num pequeno caderninho que nos acompanha para todo lado e onde vamos desenhando coisas que nos encantam (ou não) e com o passar do tempo tem uma importancia cada vez maior. Este tipo de trabalho já me era pedido no secundário, contudo agora na faculdade pressupõe um ritmo muito maior. É um optimo hábito, defrotem delel!!

Casas, Grafitte s/ papel

Flores, graffite e lápis de cor s/ papel

 

Jarra, marcador s/ papel

Verniz, Aguada de tinta da china s/ papel

Porta, art pen s/ papel

Phones, grafite s/ papel

Estátua, grafite s/ papel

Pormenor 1, marcador s/ papel

Pormenor 2, caneta de aparo e lápis de cor s/ papel


Diário gráfico

Deixo-vos mais alguns dos meus trabalhos em diário gráfico. Amanha já posto mais alguns que ainda não consegui fotografar 😉

Espero que gostem :$

(pincel, colágem – pastel de óleo s/cartolina)

(vaso de flores – técnica mista de caneta e pastel de óleo s/ papel)

(estojo de uma máquina fotográfica – caneta s/ papel)

(caneta s/ papel)

(estatua – caneta s/ papel)

(flor – pastel de óleo s/ papel)

(garrafa – pastel de oleo s/ papel)

(máquina fotográfica digital, lápis de grafitte s/ papel de fotografia, colágem)


O meu primeiro livro de artista

Conclui e apresentei ontem o meu primero livro de artista, que consiste num conjunto de trabalhos que me identificam, num formato de livro, ou não, viável nos mais variados formatos e recorrendo a qualquer material.

Escolhi para este meu livro de artista a fotografia analógica e muito particularmente as provas de contacto dos negativos (que serve unicamente para perceber a qualidade da fotografia e quais os tempos a aplicar em cada uma delas posteriormente na amplação/revelação). Com este livro de artista pretendiase uma autobiografia, um livro que de qualquer forma, directa ou indirectamente, nos identificasse não obrigatóriamente nas caracteristicas fisicas mas a principalmente nas caracteristicas psicológicas e intelectuais.

Assim sendo, optei pela fotografia analógica porque é uma verdadeira paixão e escolhi evidenciar o processo de revelação, tudo o que é feito antes da fotografia final, através das provas de contacto, para fazer pensar em todo o trabalho de laboratório que é necessário para a revelação de uma fotografia analógica e, cujo processo é esquecido e desvalorizado pelo observador quando tem apenas a fotografia final na mão. Desta forma faço transparecer não só a ideia da intensão retratada no processo como também a importancia dos “meios” quando pretendemos atingir um fim.

O meu livro de artista é composto por 200 fotografias em tamanho pequeno, de negativo, todas da minha autoria. São 200 provas de vários rolos, a preto e branco, que eu mesma fotografei e revelei, não só a pelicula como também as provas de contacto usadas. Todo o trabalho neste livro de artista é portanto meu.

Espero sinceramente que gostem !!

(As 200 fotografias encontram-se recortadas duas a duas em cada uma das 100 tiras de papel, que se encontram por sua vez dento de um saquinho, como podemos observar na figura, (com o intuito de transmitir uma ideia mais femininista e de demonstrar a própria protecção e a próximidade que eu tenho à fotografia analógica). Por fim, é tudo colocado e apresentado, dentro da caixinha de papel beije, igualmente feita por mim, que completa o meu livro de artista despertando o mistério e a coriosidade paralelas na fotografia)


Composição de Obras de Julian Beever

Como resultado final do projecto 1 de Introdução aos meios digitais (que tinha como finalidade a escolha de um artista e a realização de uma composição livre em photoshop de várias obras do artista escolhido) deixo-vos o meu resultado final, pressedido por algumas primeiras experiencias.

Nota:

Julian Beever, um artista Inglês, que trabalha principalmente com giz e tem vindo a criar desenhos sobre o asfalto ou calçadas em grandes centros urbanos na Europa, desde meados da década de 1990.

Usa como base do seu trabalho um tipo de projecção chamado de “anamorphosis” que cria uma ilusão de tridimensionalidade quando vista no ângulo correcto.

Os seus desenhos são minuciosamente projetados e milimétricamente executados. Os seus trabalhos são pura matemática chegando a demorar, em média, cerca de três dias para completar uma obra.

Além magnificas obras de arte sobre o chão, Jean Beever faz igualmente pinturas murais, réplicas das obras de grandes mestres da pintura a óleo e cria colagens. Ele trabalha como artista performático e cria murais para empresas. Tem trabalhado no Reino Unido, Bélgica, França, Países Baixos, Alemanha, Áustria, Dinamarca, Espanha, E.U.A e Austrália.

Experiencias iniciais:

Exercicio final: